Dos ladrilhos de Rivera
14/06/2010
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Saio de Livramento, desço a Sarandí e, enquanto o sul brasileiro se transforma em norte uruguaio, no firmamento o sol é tapado por outro sol – este, acompanhado por faixas celestes e brancas. Os pavilhões uruguaios se reproduzem nas esquinas. No dia em que o país deles joga pela Copa do Mundo, é contra o meu. Meu português curtido por anos e o castelhano de tão poucos recursos quanto o maior craque do Fiji disfarçam, mas um olhar sobre a minha naturalidade na carteira de identidade me faria ser caçado pelas ruas: “França”. (ilusiona un poquito más)