Tristes versos de Natal
25/07/2010
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O Estádio Machadão, em Natal, é um iluminado disco de concreto que parece ter saído das páginas de um álbum de ufologia para pousar no meio da capital dos potiguares. A definição é certamente menos interessante que a escolhida em 1972 pelo então governador do Rio Grande do Norte, José Cortêz Pereira, quando da inauguração da cancha: um “Poema de Concreto”. Mas, numa sexta-feira em que o América confronta o Bragantino por uma esquecida rodada da Série B, os gigantescos degraus vazios soam muito mais alienígenas que poéticos na noite do Nordeste. (ilusiona un poquito más)