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O dia em que o São Luiz superou os Donos da Terra

Cada vez que un dueño de la tierra proclama
Para quitarme este patrimonio
Tendrán que pasar sobre mi cadáver
Debería tener en cuenta
Que a veces pasan.
(Mario Benedetti)
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A brisa primaveril erguia do chão as flores derrubadas pelas árvores ao longo das alamedas ijuienses. As ruas não tinham os fuscas, brasílias e eventuais gordinis que circulavam pelo Centro. Fazia-se um silêncio típico dos dias interioranos sem trabalho. Houvesse cartógrafos credenciados para isso, um mapa da poluição sonora de Ijuí naquela tarde teria quase todas as zonas marcadas em azul – frias e pacíficas.
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Subindo e descendo os morretes sobre os quais a cidade se fez, pouco era audível. Aqui, uns acordes musicais se apagavam pelo ar. Lá, uns beberrões celebravam a vida. Acolá, o ritmo de alguma reunião dançante balançava um salão. Era pouco. Mas ali, descendo a rua, chegando à baixada, onde havia um campo e futebol, ali a zona do mapa seria de um vermelho ardente. Pelo nível do burbúrio produzido pelo povo, que subia na atmosfera e ia às nuvens cutucar os anjos – e pelas cores do São Luiz.
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Era um feriado festivo e ensolarado, como costumam ser de sol os dias das festas grandiosas. Fundada em 1890, Ijuí comemorava seu aniversário de oitenta e três anos. O dia que marcara o estabelecimento da colônia já era lembrado no nome da principal cancha local – o Estádio 19 de Outubro. Em 1973, o 19 de outubro da efeméride e o do futebol se derreteram como metal e se abraçaram numa coisa só. Uma liga capaz de marcar a história, porém não forte o suficiente para superar o olvido. Hoje, muitos desconhecem que, naquele dia, Fernando Morena ajoelhou-se diante do São Luiz – e que o Peñarol bicampeão do mundo saiu de Ijuí domado e derrotado.
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Renascidos pelo desespero
P*
No amanhecer da temporada 1973, o trigésimo quinto verão de sua existência, o Esporte Clube São Luiz de Ijuí enegreceu as pestanas ao mirar as perspectivas que tinha para sobreviver. Licenciado do futebol profissional qual o rival citadino, o Grêmio Esportivo Gaúcho, o rubro abriu o mês de janeiro convocando associados e simpatizantes para reuniões que definiriam o que seria feito: entrar com novo pedido de licença junto à FGF ou tentar uma retomada.
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Dar a guinada para reabrir o departamento profissional foi a decisão mais importante de toda a história do São Luiz. Se hoje os ijuienses podem se orgulhar de ter um clube constante entre os maiores do Estado, é porque há trinta e sete anos um grupo de amantes do time optou pelo risco. Um ano a mais de licença poderia ter sido o bastante para apequenar definitivamente o futebol da cidade – que talvez só recobrasse força através de fusões entre os principais times, tática comum nos municípios vizinhos, que tem a desgraça de matar a tradição.
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E tudo começou por esse impulso, por este medo. Não foi pela vontade de ver o São Luiz forte, mas para evitar seu sumiço. “As perspectivas não são as melhores”, declarou uma fonte do alto comando são-luizense nas primeiras semanas do ano, sobre o regresso do clube às disputas estaduais. Na reunião que discutiu o futuro, escolheu-se jogar a Copa Governador do Estado para não perder terreno para os rivais regionais. A Associação Esportiva Santo Ângelo (AESA) figurava na Divisão Especial (o Gauchão) e já havia relatos de ijuienses que tomavam o rumo da cidade vizinha para acompanhar as partidas mais atrativas.
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Numa época sem Segundona Gaúcha, a Copa Governador que chegava à sua quarta edição era o torneio a definir os clubes interioranos que entrariam na Divisão Especial do ano seguinte. Em 1973, ela foi disputada em três fases: a “Primeira Divisão de Profissionais”, uma série de grupos regionalizados que apesar do nome correspondiam ao nível mais baixo de todos, seguido pela “Fase Preliminar”, entre os melhores das chaves regionais, e pela “Fase Final” – que reunia os classificados da Preliminar e os times que já estavam na Divisão Especial, redistribuindo as vagas na elite.
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As ilusões e os grandes jogos
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O formato larguíssimo da Copa Governador permitia um calendário cheio o ano inteiro, para um clube que começasse na Primeira Divisão de Profissionais e avançasse até a Fase Final. O São Luiz contrariou os prognósticos, começou a empilhar bons resultados, e se classificou sucessivamente. Seu primeiro confronto oficial no ano foi em 26 de janeiro – o último, em 16 de dezembro. Desconsiderando-se os amistosos, aquele time entrou em campo trinta e sete vezes, e foi derrotado em apenas cinco ocasiões.
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Treinado pelo uruguaio Rodolfo Ghizzoni, o São Luiz celebrou dois “títulos” em meio ano: a inédita conquista regional, triunfando na sua chave da 1ª Divisão de Profissionais e, depois, foi também campeão do seu grupo na etapa Preliminar da Copa Governador. Chegou à Fase Final e, com uma campanha de muitos empates e raríssimas derrotas, assentou-se entre os doze primeiros colocados para assegurar que, em 1974, o São Luiz jogaria na elite do Rio Grande pela primeira vez na história.
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O sucesso ecoava pelas arquibancadas: os ijuienses tiveram a maior arrecadação nos jogos dentro de casa entre todas as 36 equipes que disputaram alguma das fases da Copa Governador. Jogar em Ijuí tornara-se subitamente interessante, e promoções se sucederam. No dia 3 de março, o Internacional de Figueroa foi ao Noroeste do Estado para um amistoso e sofreu para vencer por 1 a 2. No feriado de 1º de maio, o Grêmio de Iúra marcou um gol a quatro minutos do apito final para também garantir um apertado triunfo por 1 a 2.
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O clube que vinha sendo mantido pelo dinheiro tirado do próprio bolso dos dirigentes e a certa altura do ano vira torcedores tentando organizar uma vaquinha para juntar verbas e contratar alguns reforços, se aliviava com aquelas rendas GRAÚDAS. O interesse geral pelos eventos realizados no 19 de Outubro fez com que o São Luiz buscasse uma partida de relevância que extrapolasse o âmbito do Estado.
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O Peñarol, então
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As ideias iniciais envolviam equipes de outras plagas nacionais. Os grandes de Rio e São Paulo. Cogitou-se o Santos, onde naquele 1973 Pelé fazia sua despedida do futebol (depois retornaria para atuar nos Estados Unidos), mas o projeto não vingou. A Federação Gaúcha ofereceu amistosos contra o Botafogo ou o Flamengo, em datas próximas aos jogos destes pelo Brasileirão em Porto Alegre, mas desta vez os ijuienses refugaram: animados com a possibilidade de ascender à Divisão Especial do Rio Grande, não queriam botar a campanha em risco por um amistoso em momento inoportuno.
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Em setembro, justamente quando vivia sua pior fase no ano, o São Luiz definiu o adversário do grande embate do segundo semestre. Desde Montevidéu, subiria o Club Atlético Peñarol, já então 31 vezes campeão oriental, três vezes vencedor da Copa Libertadores e coroado rei do mundo noutras duas noites de glória – o clube mais laureado da Sudamérica até entonces. Naquele mesmo ano, os aurinegros haviam conquistado a Taça do Atlântico em Porto Alegre, vencendo o Grêmio por 0 a 1 no Olímpico. O clube de Ijuí desembolsaria cerca de 5,7 mil dólares para trazer os carboneros e a Seleção Olímpica do Uruguai no exato dia de aniversário da cidade, o 19 de outubro. Esperava-se recuperar o valor com a bilheteria.
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O Peñarol de 1973 apresentava no elenco uma sequência de nomes do selecionado Celeste, e no ataque tinha um jovem de 21 anos que saíra do Racing montevideano para assumir a titularidade no manya e na equipe nacional: Fernando Morena. Naquele ano e nos cinco seguintes, Morena seria o artilheiro máximo do Campeonato Uruguaio. Passaria pela Espanha, virando ídolo ao lado de Kempes no Valencia, e regressaria ao Peñarol para conquistar o continente e liderar a tabela de goleadores nacionais uma vez mais. Com 230 tentos, Morena é o SER que mais balançou as redes na história dos campeonatos orientais – e o segundo maior artilheiro da Libertadores (37 gols), atrás do mítico Alberto Spencer.
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Muitos ijuienses foram à Baixada não para ver o Peñarol, nem mesmo para tentar presenciar uma epopeia do São Luiz, mas para conferir o tal Morena de quem tanto se comentava. O Morena de Ijuí atendia pelo nome de Maurinho. Artilheiro são-luizense no ano, o atacante logo despertou interesse em times do Campeonato Brasileiro – a proposta mais séria partiu do Mato Grosso, por parte do Comercial de Campo Grande (hoje Mato Grosso do Sul). O São Luiz exigiu quatro vezes mais do que eles se dispunham a pagar.
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Maurinho permaneceu no 19 de Outubro, mas esteve ausente da tarde antológica frente ao Peñarol. O grande futebol apresentado pelo jogador rendeu uma convocação à Seleção do Interior Gaúcho, que excursionou no México e no Caribe durante aquele mês – Maurinho participou dos jogos contra o Haiti (vitória por 1 a 0), Guatemala (vitória por 2 a 1) e nos dois duelos diante do México (derrota por 1 a 2 e vitória por 1 a 0). Encantou os dirigentes do Atlante mexicano que, imitando os do Comercial mato-grossense, fizeram uma proposta insatisfatória aos olhos do São Luiz. Quando enfim transferido, o atacante vestiria a camisa do Santos Futebol Clube.
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“Vitória de significação internacional”
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Os uruguaios desceram do avião da Força Aérea Uruguaia em Santa Maria, na Região Central do Estado, e seguiram até Ijuí de ônibus. Enquanto isso, o Departamento de Divulgação e Relações Públicas do São Luiz (sim, existia) se dedicava a divulgar e propagandear o encontro do dia 19. Cartazes foram pendurados em cada poste visível por olhos sem miopia, e não há notícia de estação de rádio ou redação de jornal da região que não tenha sido visitada e recebido convites para cobrir o duelo.
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A torcida são-luizense estava especialmente animada. Depois de um setembro quase inteiro sem vitórias (o time quebrou a série negativa no dia 30, ao triunfar sobre o Lajeado), o rubro parecia enfim recuperado. Na última partida antes do aguardado amistoso, o São José de Porto Alegre, líder invicto da Copa Governador, caíra no 19 de Outubro por 2 a 1. Maurinho ausente seria um problema, mas havia fé. Havia, afinal de contas, um Luís Marinho, um Juarez, outros goleadores do ano. E havia o entusiasmo de time que sabe da oportunidade de fazer história.
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Depois que a Seleção Amadora de Ijuí venceu por 3 a 0 a pretensa “Seleção Olímpica” dos uruguaios – que depois se revelou ser um combinado juvenil de Montevidéu – na preliminar, o árbitro José Cavalheiro de Morais deu autorização para que os amarelos e negros do Peñarol iniciassem sua mostra de superioridade. Mas o que se viu não esteve próximo nem mesmo de se denominar IGUALDADE: acossado por labaredas que o impeliam na direção da meta oriental, o São Luiz lançou-se ao ataque com fúria.
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A um minuto, os bicampeões do mundo assistiam atônitos a uma bola chocar-se contra seu travessão. Aos dois, na continuidade imediata do lance, a troca de passes envolvente do São Luiz deixou Hélio em condições de fuzilar o arqueiro e fazer 1 a 0.  O que veio a seguir representou o terror completo dos uruguaios e o delírio dos ijuienses: os aurinegros se mostraram incapazes de encontrar espaços nos lados do campo. No time de jovens que era o Peñarol, o veterano Omar Caetano, de 33 anos e com duas Copas do Mundo nas costas, berrava para orientar os companheiros.
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Não tirou o jogo das mãos do São Luiz. Mario González, titular da Seleção, saiu do banco mirasol para uma busca desesperada de solidez. Tampouco funcionou. Morena trabalhava à exaustão para perfurar a defesa e via os ijuienses quase que debocharem da sua capacidade, utilizando o goleiro reserva no segundo tempo e mesmo assim passando com sua meta imbatida ao cabo daqueles noventa minutos dentro do 19 de Outubro, num 19 de outubro.
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A camisa capaz de jogar sozinha, o acúmulo de estrelas no escudo representando glórias inalcançáveis por aqueles ijuienses, a certeza de que só passando sobre o cadáver do Peñarol o time da casa conseguiria a vitória, tudo se evanesceu. Luís Marinho desperdiçou um tento com o arqueiro batido e o árbitro ignorou um pênalti claro a favor dos rubros, lances que poderiam ter amplificado o feito. A bandeira do Brasil, hasteada nas solenidades antes do jogo pelo presidente da AUF Fermín Sorhueta, parecia naquele momento mais brilhante que o pavilhão oriental, erguido pelo presidente da FGF Rubens Hoffmeister.
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A solução derradeira dos derrotados dignos, que é bater, foi seguida à risca pelo Peñarol, proporcionando um espetáculo de pataços nos quinze minutos finais. O São Luiz tocou a bola para confirmar a vitória. Seu time naquele dia contou com Ricardo (Renato), Nico, Lourival (Roberto), Thomé, Carlinhos, Jair, Hélio, Branco, Raul, Luís Marinho e Juarez. O Peñarol alinhou com: Pohyu, Eduardo Rivera (Mario González), Walter Olivera, Hugo Fernandez, Omar Caetano, Nelson Acosta, Lorenzo Unanue (Ramirez), Willian Noble (Arman), Julio Jiménez (Luccini), Fernando Morena e Mario Liuzzi. González, Jiménez e Morena estariam na Copa do Mundo do ano seguinte.
*
A vitória por 1 a 0 sobre os gigantes da América, quiçá a maior do São Luiz na sua vida, não foi propagandeada como merecia e até caiu no ostracismo para as gerações mais novas. Culpa da incapacidade de preservarmos memórias, somada à decadência do Peñarol, que lamentavelmente vem representando pouco para quem se interessa apenas pela atualidade do futebol. Aquele jogo merece ser contado e recontado e volta à memória graças a uma broma do destino: Walter Corbo, goleiro titular dos uruguaios, foi poupado na jornada de 1973 – e deu a chance para que Jorge Fossati, arqueiro revelado no Rampla Juniors, fosse como suplente a Ijuí.
*
Sentado na casamata onde estará amanhã para guiar o Internacional como treinador, o jovem Fossati deve ter se traumatizado de maneira indelével. No momento em que aqueles vermelhos e brancos do Noroeste pisarem em campo, um desconforto estranho tomará as entranhas do treinador. E não será a dengue.
*
Maurício Brum
(Imagens: reprodução do jornal Correio Serrano, cedidas do acervo do Museu Antropológico Diretor Pestana, de Ijuí)
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  1. ilusionandoadmin
    07/03/2010 às 20:52

    Extras: Todos os jogos do São Luiz em 1973.

    26/01- São Luiz 2-0 Taguá de Getúlio Vargas / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais V
    04/02- Elite de Santo Ângelo 0-0 São Luiz / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais E
    11/02- São Luiz 1-1 Tupy de Crissiumal / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais E
    18/02- Ypiranga de Erechim 1-1 São Luiz / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais E
    25/02- São Luiz 2-0 ACAFOL de Cruz Alta / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais V
    03/03- São Luiz 1-2 Internacional / Amistoso D
    11/03- Taguá de Getúlio Vargas 0-2 São Luiz / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais V
    18/03- São Luiz 2-1 Elite de Santo Ângelo / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais V
    25/03- Tupy de Crissiumal 1-1 São Luiz / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais E
    01/04- ACAFOL de Cruz Alta 1-1 São Luiz / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais E
    08/04- São Luiz 2-1 Ypiranga de Erechim / Copa Governador – 1ª Divisão de Profissionais V
    15/04- Grêmio Santoaugustense 0-7 São Luiz / Amistoso V
    28/04- São Luiz 2-1 Riograndense de Santa Maria / Amistoso V
    01/05- São Luiz 1-2 Grêmio / Amistoso D
    06/05- São Luiz 1-0 Pratense de Nova Prata / Copa Governador – Fase Preliminar V
    13/05- Tupy de Crissiumal 0-1 São Luiz / Copa Governador – Fase Preliminar V
    20/05- Associação Santa Rosa 1-0 São Luiz / Amistoso D
    27/05- São Luiz 4-0 Rio-Grandense de Rio Grande / Copa Governador – Fase Preliminar V
    03/06- Encantado 1-1 São Luiz / Copa Governador – Fase Preliminar E
    17/06- Pratense de Nova Prata 0-2 São Luiz / Copa Governador – Fase Preliminar V
    24/06- São Luiz 2-1 Tupy de Crissiumal / Copa Governador – Fase Preliminar V
    08/07- Rio-Grandense de Rio Grande 1-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Preliminar D
    15/07- São Luiz 3-1 Encantado / Copa Governador – Fase Preliminar V
    31/07- São Luiz 1-0 Atlético de Carazinho / Amistoso V
    05/08- Atlético de Carazinho 1-0 São Luiz / Amistoso D
    19/08- São Luiz vs. AESA de Santo Ângelo* / Copa Governador – Fase Final V
    26/08- Sá Viana de Uruguaiana 0-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Final E
    02/09- São Luiz 1-3 Internacional de Santa Maria / Copa Governador – Fase Final D
    09/09- São Luiz 1-2 Guaraní de Posadas (ARG) / Amistoso D
    16/09- São Luiz 0-0 Atlético de Carazinho / Copa Governador – Fase Final E
    20/09- Bagé 0-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Final E
    23/09- São Luiz 1-2 ACF de Caxias do Sul / Copa Governador – Fase Final D
    30/09- Lajeado 0-2 São Luiz / Copa Governador – Fase Final V
    09/10- Ypiranga de Erechim 0-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Final E
    14/10- São Luiz 2-1 São José de Porto Alegre / Copa Governador – Fase Final V
    19/10- São Luiz 1-0 Peñarol (URU) / Amistoso V
    28/10- São Luiz 1-1 Gaúcho de Passo Fundo / Copa Governador – Fase Final E
    04/11- Armour de Livramento 2-2 São Luiz / Copa Governador – Fase Final E
    11/11- São Luiz 2-0 Pelotas / Copa Governador – Fase Final V
    15/11- São Luiz 1-1 Encantado / Copa Governador – Fase Final E
    18/11- Aimoré de São Leopoldo 0-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Final E
    25/11- Juventude de Guaporé 0-1 São Luiz / Copa Governador – Fase Final V
    28/11- Esportivo de Bento Gonçalves 2-0 São Luiz / Copa Governador – Fase Final D
    02/12- São Luiz 2-2 Associação Santa Cruz / Copa Governador – Fase Final E
    09/12- Brasil de Pelotas 3-1 São Luiz / Copa Governador – Fase Final D
    16/12- São Luiz 1-0 Novo Hamburgo / Copa Governador – Fase Final V

    * Jogo abandonado aos 74 minutos. A AESA vencia por 0 a 1 quando o árbitro marcou um pênalti a favor do São Luiz. Os jogadores santo-angelenses deixaram o campo indignados, e a vitória foi atribuída ao São Luiz.

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